A cidadania digital
Ao sermos indagados, pela professora Maria Helena Bonilla, sobre o que é ser cidadão, me ocorreu como resposta a ideia que sempre cultivei sobre o assunto: ser cidadão é buscar defender seus direitos e cumprir com seus deveres na sociedade. Entretanto, após uma intensa discussão, fomos esclarecidos que todos nós ao nascermos já somos cidadãos, sendo assim, a condição de cidadania é para todos, não consistindo em prerrogativa de ninguém. Essa condição independe de raça, gênero ou condição econômica. Ser cidadão consiste em cultivar o respeito e a responsabilidade para com o outro em qualquer espaço onde prevaleça as relações interpessoais.
No texto de Patrocínio (2008), Para uma genealogia da cidadania digital, o autor afirma que ainda que estejamos no ambiente virtual, o nosso compromisso com a ética deve ser igualmente mantido como no ambiente real. No entanto, para assumirmos uma postura responsável em relação ao outro pressupõe que tenhamos acesso à informação já que a participação na comunidade virtual requer cidadãos bem informados e com senso crítico para poder fazermos escolhas consciente s de informações veiculadas na rede.
Na sociedade democrática contemporânea o acesso ao conhecimento deve ser um direito de todos para que a formação do cidadão se constitua " [...]através da vivência e da experiência, do empenhamento e do envolvimento de cada pessoa na vida social da comunidade, construindo em permanência a sua identidade e os seus sentidos de pertença." (PATROCÍNIO, 2008, p. 51). Para que isso seja uma realidade para todos, é preciso que haja o interesse dos setores públicos para articular o processo educativo nas escolas com as potencialidades proporcionadas pelas tecnologias digitais e assim proporcionar o exercício da cidadania.
No texto de Patrocínio (2008), Para uma genealogia da cidadania digital, o autor afirma que ainda que estejamos no ambiente virtual, o nosso compromisso com a ética deve ser igualmente mantido como no ambiente real. No entanto, para assumirmos uma postura responsável em relação ao outro pressupõe que tenhamos acesso à informação já que a participação na comunidade virtual requer cidadãos bem informados e com senso crítico para poder fazermos escolhas consciente s de informações veiculadas na rede.
Na sociedade democrática contemporânea o acesso ao conhecimento deve ser um direito de todos para que a formação do cidadão se constitua " [...]através da vivência e da experiência, do empenhamento e do envolvimento de cada pessoa na vida social da comunidade, construindo em permanência a sua identidade e os seus sentidos de pertença." (PATROCÍNIO, 2008, p. 51). Para que isso seja uma realidade para todos, é preciso que haja o interesse dos setores públicos para articular o processo educativo nas escolas com as potencialidades proporcionadas pelas tecnologias digitais e assim proporcionar o exercício da cidadania.
